GRANDE FORMAÇÃO DE OVNIs PERTO DA ESTAÇÃO ESPACIAL INTERNACIONAL – 15 de novembro de 2020

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 IMAGENS SURPREENDENTES: Enorme Frota de OVNIs Passando pela Estação Espacial Internacional


 

“Após 6 meses, em 15 de novembro de 2020, uma nova grande formação de OVNIs apareceu na câmera ao vivo da ISS enquanto voava pela Estação Espacial Internacional.

Antes, várias ondas de formações de OVNIs apareceram em fevereiro até a primeira semana de maio de 2020 na câmera de transmissão ao vivo da ISS enquanto passavam pela Terra e as imagens mostram que esses aglomerados de OVNIs voam em grandes grupos coordenados.

É sugerido que essas formações de OVNIs são luzes de cidade, mas uma vez que a ISS circunda a Terra em cerca de 93 minutos, completando 15,5 órbitas por dia, então deveríamos ver este tipo de luzes de cidade no feed ao vivo todos os dias, mas esse não é o caso, o que faz você se perguntar por que esse tipo de formação aparece novamente ou por que estamos sendo observados?”

 

https://ufosonline.blogspot.com/2020/11/imagens-surpreendentes-enorme-frota-de.html?fbclid=IwAR3cQ2qWDx1Rmpx9VRoOyhDgeZh1x9XGxgZ3zszWOYoINPb8b3DHRiCzOOk

 

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https://www.youtube.com/watch?v=-IyzmPUUBdc&feature=emb_logo

 

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Cada vez mais sofisticados, “deepfakes” vieram para ficar – Profa. Giselle Beiguelman

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A professora da USP Giselle Beiguelman analisa o sistema de redes neurais que está viralizando nas redes sociais.


 Fotomontagem com foto criada pelo Projeto Essa Pessoa Não Existe – Fotomontagem: Vinicius Vieira/Jornal da USP

“Assim como as fake news invadiram as redes sociais e os meios de comunicação, os deepfakes (na tradução literal, profundamente falsos) estão revolucionando e polemizando o universo das imagens. “Os deepfakes são imagens produzidas por processos de aprendizado maquínico (machine learning), ou seja, de Inteligência Artificial, através de uma metodologia chamada redes neurais, e que têm como principal característica serem criadas integralmente por algoritmos. Como o próprio nome diz, procura reproduzir comportamentos e mecanismos de sistemas neurais humanos”, explica a professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP Giselle Beiguelman, colunista da Rádio USP (93,7 MHz). Giselle comenta o tema num artigo recém-publicado na Revista Zum, do Instituto Moreira Salles (IMS), e também numa live que acontece nesta quarta-feira, dia 29, às 18 horas, no canal daquela revista no Youtube.

Esses programas utilizam bancos de dados que reúnem milhões de imagens presentes nas redes, criando fotos e vídeos tão verossímeis que não se sabe mais o que é real ou ficção. Depois que viralizam, fica difícil contornar seus estragos, como diz Giselle. Um exemplo clássico disso é um vídeo, divulgado em abril de 2018 no site BuzzFeed, em que o ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama ataca os Panteras Negras – organização antirracista surgida nos anos 60, nos Estados Unidos – e xinga o atual presidente norte-americano, Donald Trump. Apesar da perfeição da imagem, o Barack Obama que aparece no vídeo é falso, um deepfake.”  (continua)

https://jornal.usp.br/cultura/cada-vez-mais-sofisticados-deepfakes-vieram-para-ficar/?fbclid=IwAR2iSRB51C7uii_faTdhdTEMJMs5PGI-GTwkppJIcJ2txhyn0leL-1fU62Y

 

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Alexander Chigwell: conheça o católico que jogou as Pachamamas no Rio Tibre - 04.11.2019

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VÍDEO: HOMEM ARREMESSA IMAGENS DEMONÍACAS (PACHAMAMA) NO RIO TIBRE
https://www.youtube.com/watch?v=yiru3prQvjc


Por meio de um canal de Youtube denominado “Michel Del Bufalo”, Alexander Chigwell revelou ser “o cara” que arremessou as Pachamamas no Rio Tibre no mês de outubro, durante o Sínodo da Amazônia.

O episódio aconteceu no dia 21 e o vídeo do momento em que as imagens da Pachamama, ídolo indígena considerado pagão pela Igreja Católica, são jogadas no rio, repercutiram na internet.

A Pachamama foi utilizada em Roma no dia 4 de outubro, em ritual indígena que contou com a presença do Papa Francisco.

Chigwell diz que estava acompanhando de perto o que estava acontecendo em Roma, por ocasião do Sínodo da Amazônia. Por isso, teve a ideia de ir até lá para conseguir mais informações sobre os erros envolvendo o evento.