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Inundações - batizadas como "tsunami do Himalaia" - deixam pelo menos 207 mortos no norte da Índia

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21 de Junho de 2013•
Pelo menos 207 pessoas morreram por conta das inundações - batizadas como "tsunami do Himalaia" - que atingiram neste semana o norte da Índia, onde milhares de pessoas ainda estão presas, informaram nesta sexta-feira fontes oficiais.

Satélites observam Folhas de Gelo derretidas da Groenlândia sem precedentes - (IMPRESSIONANTE!)

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Nota Segundo Sol: Veja mais abaixo nota sobre geleiras da Groenlândia no wikipedia.

Extensão da superfície derretida sobre folha de gelo da Groenlândia em 08 de julho de 2012 (à esquerda) e 12 de julho de 2012 (à direita).
As medições de três satélites mostraram que em 8 de Julho, cerca de 40 por cento da folha de gelo tinham sido submetidos a descongelamento na/ou perto da superfície. Em poucos dias, o derretimento tinha acelerado dramaticamente e uma estimativa de97 por cento da superfície da folha de gelo tinha descongelado até 12 julho. Na imagem, as áreas classificadas como "derretimento provável" (rosa claro) correspondem aos locais onde pelo menos um satélite havia detectado o derretimento da superfície. As áreas classificadas como "derreter" (rosa escuro) correspondem aos locais onde pelo menos dois ou três satélites haviam detectado o derretimento da superfície.
Image credit: Jesse Allen, NASA Earth Observatory and Nicolo E. DiGirolamo, SSAI and Cryospheric Sciences Laboratory imagem ampliada.

24 de julho de 2012
Pasadena, Califórnia - Durante vários dias deste mês, a cobertura de gelo derretido dasuperfície da Groenlândia sobre uma maior área do que a qualquer momento em mais de 30 anos de observações de satélite. Aproximadamente toda a cobertura de gelo da Groenlândia, a partir de suas finas e baixas altitudes de bordas costeiras para a sua 2 milhas de espessura central (3,2 km), experimentado um certo grau de fusão na sua superfície, de acordo com medições de três satélites independentes, foram analisadas pela NASA e cientistas universitários.

Em média, no verão, cerca de metade da superfície da folha de gelo da Groenlândia derrete naturalmente. Em altitudes elevadas, mais de que a água de fusão rapidamente recongela no lugar. Perto da costa, uma parte da água de fusão é retida pela folha de gelo, eo resto é perdido para o mar. Mas este ano o grau de derretimento do gelo na/ ou perto da superfície aumentou enormemente. De acordo com os dados de satélite, uma estimativa de 97 por cento da superfície da folha de gelo descongelou, em algum momento em meados de Julho.

Os pesquisadores ainda não determinaram se este este evento de fusão extensa afetará o total do volume global de perda de gelo neste verão e contribuirá para a elevação do nível do mar.

"O gelo da Groenlândia é uma vasta área com uma variada história da mudança. Este evento, juntamente com outros fenômenos naturais, mas incomuns, como o evento na semana passada em Petermann Glacier, são parte de uma história complexa," disse Tom Wagner, Gerente de programa criosfera da NASA em Washington. "As observações de satélite estão nos ajudando a entender como os eventos como estes se relacionam entre si, bem como para o sistema climático mais amplo."

Son Nghiem da NASA's Jet Propulsion Laboratory in Pasadena, Calif, foi analisar os dados de radar da Indian Space Research Organisation do (ISRO) satélite Oceansat-2 na semana passada quando ele percebeu que a maior parte da Groenlândia parecia ter sofrido derretimento da superfície em 12 de julho. Nghiem disse, "Este evento era tão extraordinário que no começo eu questionei o resultado: era real ou foi devido a um erro de dados?"

Nghiem consultou Dorothy Hall em NASA's Goddard Space Flight Center in Greenbelt, Md. Hall estuda a temperatura da superfície da Gronelândia usando o Moderate-Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) são satélites Terra da NASA e do Aqua. Ela confirmou que MODIS mostrou temperaturas excepcionalmente altas e que o degelo era extenso sobre a superfície de gelo.

NOTA: Spectroradiometer são instrumentos destinados a medir as distribuições espectral de potência de iluminação.
Moderate-Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) é um instrumento científico lançado na órbita da Terra pela NASA em 1999 a bordo do satélite Terra (EOS AM), e em 2002 a bordo do satélite Aqua.[1]
Extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Moderate-Resolution_Imaging_Spectrorad...

Thomas Mote, um climatologista da Universidade da Geórgia, Athens; e Marco Tedesco da Universidade da cidade de Nova York também confirmaram a fusão visto por Oceansat-2 and MODIS com passive-microwave satellite dados a partir do micro-ondas sensor especial Imager/Sounder em uma Força Aérea dos EUA satélite meteorológico.

A fusão se espalhou rapidamente. O derretimento nos mapas gerados a partir dos três satélites mostraram que em 8 de julho, cerca de 40 por cento da superfície da camada de gelo havia derretido. Em 12 de julho, 97 por cento haviam derretido.

Este evento extremo de fusão coincidiu com um sulco forte de ar quente, ou uma cúpula de calor, sobre a Groenlândia. O c**e foi um de uma série que tem dominado o tempo da Groenlândia desde o final de maio. "Cada rebordo sucessivo tem sido mais forte do que o anterior," disse Mote. Este último pico de calor começou a se mover ao longo da Groenlândia em 8 de julho, e, em seguida estacionou-se sobre a camada de gelo cerca de três dias depois. Em 16 de julho, havia começado a dissipar.

Mesmo a área ao redor da Estação do Pico no centro da Groenlândia, que a 2 milhas (3,2 quilômetros) acima do nível do mar está perto do ponto mais alto da cobertura de gelo, mostrou sinais de fusão. Tal fusão pronunciada na Cimeira e em toda a camada de gelo não ocorria desde 1889, de acordo com núcleos de gelo analisados por Kaitlin Keegan no Dartmouth College em Hanover, NH A National Oceanic and Atmospheric Administration estação meteorológica em picos de temperaturasconfirmaram que o ar pairava acima ou dentro de um grau de congelamento durante várias horas de 11-12 de julho.

"Os núcleos de gelo de pico mostraram que os eventos de fusão deste tipo ocorrem uma vez a cada 150 anos, em média. Com o acontecimento último, em 1889, este evento é na hora certa," disse Lora Koenig, o glaciologista Goddard e um membro da equipe de pesquisa a análise dos dados de satélite. "Mas se continuarmos a observar eventos de fusão como este nos próximos anos, será preocupante."

A análise de Nghiem ao encontrar dados do Oceansat-2 foi o tipo de benefício que a NASA e ISRO tinham a esperança de estimular quando eles assinaram um acordo em março de 2012 a cooperar em Oceansat-2 pelo compartilhamento de dados

Extraído de: http://www.jpl.nasa.gov/news/news.cfm?release=2012-217&rn=news....

Nota Wikipedia: Nota: Lençol de gelo da Groenlândia
O gelo da Groenlândia ( Kalaallisut : Sermersuaq) é um vasto corpo de gelo cobrindo 1,710,000 quilômetros quadrados (660.235 sq mi), aproximadamente 80% da superfície da Groenlândia . É o segundo maior corpo de gelo do mundo, após a camada de gelo da Antártida. A camada de gelo tem quase 2.400 km (1.500 milhas) de comprimento em uma direção norte-sul, e sua maior largura é de 1.100 km (680 milhas) a uma latitude de 77 ° N , próximo a sua margem norte. A altitude média do gelo é 2.135 metros (7.005 pés). [1] A espessura é geralmente mais de 2 km (1,24 mi) e mais de 3 km (1,86 milhas), em seu ponto mais grosso. Não é só a massa de gelo da Groenlândia - geleiras isoladas e pequenas calotas cobrem entre 76.000 e 100.000 quilômetros quadrados (29.344 e 38.610 sq mi) em torno da periferia. Alguns cientistas prevêem que a mudança climática pode estar perto de um "ponto de inflexão", onde todo o lençol gelado vai derreter em cerca de 2000 anos. [2] Se os inteiros 2.850.000 quilômetros cúbicos (683.751 cu mi) de gelo derretessem, levaria a global a elevação do nível do mar de 7,2 m (23,6 pés). [3]

O gelo da Groenlândia é também por vezes referido sob o prazo de gelo terrestre, ou seu equivalente dinamarquês, indlandsis. Também é por vezes referido como uma capa de gelo. " Folha de Gelo "é considerado o termo mais correto, como" gelo "geralmente refere-se a massas de gelo menos extensas. [ carece de fontes? ]

Um helicóptero decolando do gelo da Groenlândia


Esboço do mapa da Groenlândia , com profundidades de folhas de gelo. GISP2 refere-se a um local principal do Projeto de gelo da Groenlândia , onde a 3 km de profundidade núcleo de gelo foi tirado.

Vídeos no youtube:


Sem contar que o AQUECIMENTO GLOBAL É UMA FARSA!!!

Mais detalhes é possível encontrar na publicação completa e pesquisa e tradução feita pela Andrea Cortiano, do Portal dos Anjos, link:
http://portaldosanjos.ning.com/group/...

China: Tempestades já causaram 37 mortos e 19 desaparecidos

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Imagem retirada do site  http://sicnoticias.sapo.pt/ 
Pequim, 12 mai (Lusa) - O número de mortos devido ao mau tempo na região montanhosa do noroeste da China foi elevado para 37, indicou a Associated Press, ao citar a agência chinesa Xinhua.
Segundo a Xinhua, continuam desaparecidas 19 pessoas no condado de Minxian, província de Gansu, onde foram registados cortes de eletricidade e nas comunicações.
Cerca de 30.000 pessoas foram retiradas na sequência da tempestade, que assolou a região desde quinta-feira.

Fonte: http://visao.sapo.pt/china-tempestades-ja-causaram-37-mortos-e-19-desaparecidos-novo-balanco=f664062

Inundações no Afeganistão deixam 20 mortos e 15 desaparecidos

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imagem retirada do site exame.abril.com.br
11-05-2012
Pelo menos 20 pessoas morreram e outras 15 estão desaparecidas devido às inundações ocorridas na província de Tajar, no norte do Afeganistão, informaram nesta sexta-feira fontes oficiais.

As chuvas torrenciais que caíram na província provocaram ontem à noite enchentes e inundações que foram especialmente graves no distrito de Ishkamish, onde dezenas de pessoas foram arrastadas, declarou um porta-voz provincial, Mohammed Rasuli, à agência "AIP".

As equipes de resgate enfrentam dificuldade na busca pelos desaparecidos nessa remota zona do país, o que fez as autoridades locais pedirem ao governo central o envio de mais efetivos humanos e materiais.

As inundações foram especialmente devastadoras nas aldeias de Shiraw e Mandrah, onde a água arrastou pelo menos 60 casas, indicou a agência "Pajhwok".

O degelo da primavera e as fortes chuvas que castigam o norte afegão provocaram enchentes e inundações em várias regiões.

No fim de semana passado, uma enchente provocou a morte de 28 pessoas após arrastar dezenas de convidados de um casamento na província de Sari Pul, no norte do país.

Cheia no Amazonas deve ser a maior da história, diz serviço geológico

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Cientistas desconhecem dimensão da cheia no Amazonas
A comunidade científica está “perplexa” com um evento climático extremo que vem se repetido em tão pouco tempo na bacia amazônica. A avaliação é do hidrólogo e pesquisador Javier Tomasella, conhecido por seus estudos sobre a seca na Amazônia, desenvolvidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em parceria com José A. Marengo.

Se uma vazante pronunciada na bacia amazônica causa impacto na sociedade, incluindo a comunidade acadêmica, somente a partir de agora é que a maioria das pesquisas deverá direcionar esforços para compreender o que está resultando na ocorrência de uma cheia de grande magnitude apenas três anos após a de 2009 (a maior em cem anos), segundo Tomasella.

“A cheia recorde aconteceu nos anos 50 e foi batida quase 60 anos depois. Se bater novamente, será um evento extremo. É preciso aprender mais com extremos. A gente não sabe se o que ocorre é uma resposta da natureza à ação humana, mas, independente disso, vai exigir um esforço de todas as esferas do governo para responder a isso”, comentou.

No Amazonas, um dos raros estudos que tem a cheia como recorte vem sendo desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em parceria com o Instituto Max Plant de Química, da Alemanha.

O modelo que pretende fazer uma reconstrução climática na Amazônia, de 400 anos, já apresentou alguns resultados. Um deles aponta que nos últimos 25 anos aumentou a frequência e a intensidade dos eventos extremos – vazante e enchente – na bacia amazônica e está associado aos fenômenos La Niña (resfriamento do Oceano Atlântico) e El Niño (aquecimento do Oceano Atlântico).

Outro resultado indica que no final do século 19, a bacia amazônica já havia registrado um período de enchente pronunciada. Segundo o estudo, entre os anos 1850 e 1880, os rios Solimões e Negro também registraram cotas elevadas para a média do período e também estava relacionado ao “La Niña”.

O coordenador da pesquisa, Jochen Schöngart, explica que o modelo cronológico dos cientistas consiste em analisar as camadas de crescimento do ciclo de vida das árvores das planícies alagadas (várzea e igapó) durante a fase não alagada. “O ritmo das árvores é controlado pelo ciclo hidrológico. Isto é registrado nos anéis de crescimento”. Como estes eventos extremos estão se repetindo desde o final do século 20, os cientistas ainda batem a cabeça para apontar as causas: isso seria consequência da variabilidade natural do clima e do ciclo hidrológico ou resultado das mudanças climáticas pelas interferências do homem? Ou as duas situações juntas? “Seja qual for a resposta, isso já deveria estar incorporado ao planejamento do poder público para evitar que, a cada situação extrema, as ações sejam tomadas de forma improvisada e sempre em cima da hora”, alerta Schöngart.

Enquanto o cenário do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (mais conhecido pela sua sigla em inglês, IPCC) aponta que eventos extremos climáticos vão aumentar, a comunidade científica reconhece que é preciso criar modelos mais avançados para prever situações como a cheia pronunciada de 2012 da bacia amazônica. Estas pesquisas são necessárias, sobretudo, para que as políticas públicas tomem decisões a tempo de preparar a população.

“Precisamos de mais pesquisa para responder de forma mais evidente. É preciso criar modelos para prever para cada ano. Todos sabem, por exemplo, que os bairros de Manaus vão sofrer com a cheia. Se já se sabe, a partir de março, já se pode começar a atuar. Não precisa esperar o rio atingir o nível crítico. É preciso começar muito mais cedo, já que a burocracia dificulta as ações emergenciais”, diz Schöngart.

O cientista sugere a criação de uma plataforma ou um fórum no qual se discuta os prognósticos e os tomadores de decisão planejem ações antecipadas. “O conhecimento é importante para se fazer previsões. Sem isso, os modelos de cenários futuros são fracos. Por isso que nossa meta é chegar a 400 anos atrás. A medição de cem anos da cota é importante e algo excepcional, mas não é suficiente”, disse.

Prejuízos com fenômenos das águas

A previsão do Inpa/Max Plant para a cheia do rio Negro este ano será de 29,67m (margem de erro de 29,29m-30,05m).

Mais do que a seca, é a cheia que realmente preocupa a população amazônica

Além dos problemas de moradias, a cheia causa prejuízo na atividade econômica: agricultura, pecuária e pesca´.

A única atividade beneficiada é a extração de madeira, porque as toras são arrastadas na água.

Cheia e seca afetam os serviços públicos, sobretudo escolas e hospitais.

A cheia de 2012 se distingue da de 2009 pelo período em que começou a ficar mais pronunciada. Schöngart diz que a de 2012 começou “de um nível normal”, mas já em março, passou as marcas de 2009. Em 12 de março, o Inpa/Max Plant divulgou nota afirmando essa tendência, mesmo dia em que A CRÍTICA publicou matéria com base em dados do CPRM.

Veja notícia divulgada no jornal da Record:

http://acritica.uol.com.br/amazonia/Cientistas-desconhecem-dimensao-cheia-AM-Manaus-Amazonas-Amazonia_0_696530347.html
http://noticias.r7.com/cidades/noticias/cheia-no-amazonas-deve-ser-a-maior-da-historia-diz-servico-geologico-20120502.html