Alexander Chigwell: conheça o católico que jogou as Pachamamas no Rio Tibre - 04.11.2019

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VÍDEO: HOMEM ARREMESSA IMAGENS DEMONÍACAS (PACHAMAMA) NO RIO TIBRE
https://www.youtube.com/watch?v=yiru3prQvjc


Por meio de um canal de Youtube denominado “Michel Del Bufalo”, Alexander Chigwell revelou ser “o cara” que arremessou as Pachamamas no Rio Tibre no mês de outubro, durante o Sínodo da Amazônia.

O episódio aconteceu no dia 21 e o vídeo do momento em que as imagens da Pachamama, ídolo indígena considerado pagão pela Igreja Católica, são jogadas no rio, repercutiram na internet.

A Pachamama foi utilizada em Roma no dia 4 de outubro, em ritual indígena que contou com a presença do Papa Francisco.

Chigwell diz que estava acompanhando de perto o que estava acontecendo em Roma, por ocasião do Sínodo da Amazônia. Por isso, teve a ideia de ir até lá para conseguir mais informações sobre os erros envolvendo o evento.

Alexander conta que visitou a Igreja de Santa Maria em Traspontina, localizada entre o Castelo de Sant’Agelo e a Basílica de São Pedro.

Na Igreja, havia locais preparados pelos voluntários do Sínodo. Segundo ele, era possível ver diferentes símbolos da cultura amazônica, como as imagens da Pachamama. Os voluntários explicaram que aquele era um “símbolo da fertilidade”, da “Mãe Terra” e da “Ecologia Integral”.

Ainda durante a conversa, segundo Alexander, explicaram que o Sínodo era mais sobre política do que sobre religião. Ele então questionou se as pessoas da Amazônia eram batizadas por missionários. A resposta, foi: “Não, pois isso geralmente não faz parte da cultura deles”.

Após todas as informações coletadas, Chigwell disse ter ficado claro que aquilo era totalmente contra o primeiro mandamento. Ele menciona o versículo Bíblico: “Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Você não terá outros deuses diante de mim. Você não fará para si uma imagem esculpida, ou qualquer semelhança de qualquer coisa que está no céu lá em cima, ou na terra embaixo, ou na água debaixo da terra; você não deve se curvar a eles ou servi-los”.

Alexander disse que viajou de volta para Vienna, na Áustria, onde mora, pensando no que fazer. Após discutir a situação com alguns amigos, concluiu que deveria retirar aquelas imagens da igreja, pois não pertenciam à fé católica.

Voltou então para Roma e naquele dia, a Igreja de Santa Maria Traspontina ainda estava fechada. Enquanto esperava que a igreja fosse aberta, ele e alguns amigos rezaram o rosário sentados em um banco.

Ele relata que quando a última Ave Maria foi rezada, a porta da igreja foi aberta. Entraram e localizaram então cinco símbolos da Pachamama, que pegaram e arremessaram da Ponte Sant’Angelo, no Rio Tibre.

Depois que o vídeo foi publicado, Alexander conta que viu o apoio de inúmeras pessoas e então decidiu que não queria mais se esconder.

“Eu quero ir a público pois não quero que pensem que foi uma atitude covarde. Não nos mostramos antes pois queríamos que a atitude em si fosse o foco da discussão. Queríamos que as pessoas discutissem sobre o que estava acontecendo e não sobre quem fez aquilo”, explicou. “Uma semana após o fim do Sínodo nós queremos dizer que não aceitamos o que está acontecendo na Igreja Católica”, ressaltou.


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