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Disso já suspeitávamos!
Pois foi provado que a elite globalista tem financiado este movimentos revolucionários e suas mídias (veja aqui)...
Manipulação confirmada: Maçonaria admite que EMPREENDEU protestos pelo Brasil & Alex Jones fala sobre as origens obscuras do Wikileaks e a ligação George Soros e a CIA
Manipulação confirmada: Maçonaria admite que EMPREENDEU protestos pelo Brasil
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Disso já suspeitávamos!Pois foi provado que a elite globalista tem financiado este movimentos revolucionários e suas mídias (veja aqui)...
Porém a confirmação partiu da própria maçonaria, que é a base de poder da elite.
Alinhamento planetário promete show celestial no fim de semana
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Vênus, Júpiter e Mercúrio estarão perto um dos outros, fazendo um triângulo de luz no céu no domingo
Vênus, Júpiter e Mercúrio estarão perto um dos outros, fazendo um triângulo de luz no céu no domingo
Fenômeno Lua Azul ocorrerá na próxima sexta-feira (31-08-2012)
Lua Azul normalmente ocorre a cada dois anos
Na próxima sexta-feira (31) ocorrerá um fenômeno denominado Lua Azul.
“Não, a Lua não nos parecerá azulada! Lua Azul é o nome que recebe a segunda Lua Cheia num mesmo mês. Houve uma Lua Cheia em 2 de agosto e, portanto, no próximo dia 31 ocorrerá a segunda Lua Cheia neste mês”, diz a professora Telma Couto, da UFMT, doutora em Astronomia.
Segundo ela, normalmente ocorre uma Lua Azul a cada dois anos e alguns meses, que variam entre seis e onze. Mas, em ocasiões mais raras, uma Lua Azul pode ser observada duas vezes num ano, ocorrendo uma em janeiro e a outra em março, num intervalo de 19 anos.
A Lua Azul anterior ocorreu em dezembro de 2009, há dois anos e oito meses, e a próxima, ocorrerá em julho de 2015, daqui a dois anos e onze meses. As últimas luas azuis duplas ocorreram em janeiro e março de 1999 e as próximas ocorrerão nesses meses, em 2018.
A professora explica que esse fenômeno ocorre porque o período de fases da Lua dura 29,5 dias, enquanto o nosso mês, exceto em fevereiro, dura 30 ou 31 dias. Por isso pode ser que, de vez em quando, possa haver duas fases cheias num mês. Esse fenômeno só não ocorre em fevereiro, mesmo em anos bissextos.
“Mas, a observação da Lua com uma coloração azulada ocorre muito raramente, devido a efeitos atmosféricos, quando a atmosfera contém partículas em suspensão maiores que o comprimento de onda da luz vermelha na alta atmosfera. Erupções vulcânicas e imensos incêndios florestais podem produzir essas partículas, que fazem com que a luz vermelha seja completamente absorvida deixando passar a luz azul.”
Em agosto de 1883 uma forte erupção no vulcão Krakatoa, na Indonésia, fez com que, quando observada próxima ao horizonte, a Lua parecesse azulada, lembra. Os relatos indicam que o fenômeno durou aproximadamente dois anos e foi observado em todo o planeta.
Um enorme incêndio em florestas canadenses em setembro de 1950 também produziu uma Lua azulada, observada apenas na região leste da América do Norte. Também há relatos de que em diversas partes do mundo a Lua foi observada azulada em junho de 1991, após a erupção do vulcão no Monte Pinatubo nas Filipinas.
“O fenômeno Lua Azul nos propicia apenas outra oportunidade para observar novamente a Lua Cheia no mesmo mês. Para os amantes de uma noite iluminada, é mais um motivo para alegria e festa”, considera Telma Couto, que faz apenas uma ressalva: “A observação da Lua com a coloração azulada está associada a algum triste evento na Terra. Que fiquemos longe de observá-la!”
Fonte: http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=3&cid=131906
Solstício de Inverno: Sol atinge trópico de Câncer e começa o inverno no hemisfério sul
Exatamente às 20h09 BRT dessa quarta-feira, a Terra completa mais uma etapa em sua jornada ao redor do Sol. Nesta hora os raios solares atingirão a máxima declinação desde a linha do equador e fará com que noite seja a mais longa do ano. Prepare-se: o inverno chegou ao hemisfério sul do planeta!
Também chamado de solstício de junho ou de inverno, a data também marca a chegada do verão no hemisfério norte, onde o Sol atingirá a menor declinação, tornando esta a noite mais curta e o dia mais longo do ano.
Ao contrário do que muitos pensam, as estações do ano nada tem nada a ver com a aproximação maior ou menor entre a Terra e o Sol. O solstício é causado por dois fenômenos astronômicos e naturais: a translação da Terra ao redor do Sol e a inclinação do eixo terrestre.

A figura acima ajuda a compreender o fenômeno. Para dar uma volta ao redor do Sol, a Terra leva 365 dias e mais seis horas. Durante essa viagem, a inclinação do eixo não muda e sempre parece apontar para a mesma posição no espaço. Essa inclinação, que é de 23.5 graus, faz com que os hemisférios recebam a incidência de raios solares de forma diferente durante o ano.
Durante o solstício de inverno a inclinação do eixo é mínima no hemisfério Sul (lado direito do gráfico), fazendo com que as regiões abaixo da linha do Equador fiquem menos expostas aos raios do Sol. Ao mesmo tempo, o hemisfério Norte do planeta estará sendo mais favorecido, com maior incidência solar. Ou seja, enquanto nós comemoramos a chegada do inverno, os habitantes do hemisfério norte comemoram o início do verão.
Pelo gráfico é possível ver que a situação se inverte no mês de dezembro, quando teremos o Solstício de Verão, marcando o início da temporada da estação quente abaixo do equador e o início do inverno no hemisfério norte.

Trópicos
As linhas dos trópicos de Câncer e Capricórnio vistas em um mapa foram definidas em função dos solstícios. Durante o solstício de inverno no hemisfério Sul os raios de Sol incidem perpendicularmente à Terra na linha do trópico de Câncer, lá no hemisfério norte. Isso se inverte no mês de dezembro, quando ocorre o solstício de verão no hemisfério Sul. Neste dia os raios solares atingem a Terra perpendicularmente à linha do trópico de Capricórnio.
Fonte: Apolo11.com
Também chamado de solstício de junho ou de inverno, a data também marca a chegada do verão no hemisfério norte, onde o Sol atingirá a menor declinação, tornando esta a noite mais curta e o dia mais longo do ano.
Ao contrário do que muitos pensam, as estações do ano nada tem nada a ver com a aproximação maior ou menor entre a Terra e o Sol. O solstício é causado por dois fenômenos astronômicos e naturais: a translação da Terra ao redor do Sol e a inclinação do eixo terrestre.
A figura acima ajuda a compreender o fenômeno. Para dar uma volta ao redor do Sol, a Terra leva 365 dias e mais seis horas. Durante essa viagem, a inclinação do eixo não muda e sempre parece apontar para a mesma posição no espaço. Essa inclinação, que é de 23.5 graus, faz com que os hemisférios recebam a incidência de raios solares de forma diferente durante o ano.
Durante o solstício de inverno a inclinação do eixo é mínima no hemisfério Sul (lado direito do gráfico), fazendo com que as regiões abaixo da linha do Equador fiquem menos expostas aos raios do Sol. Ao mesmo tempo, o hemisfério Norte do planeta estará sendo mais favorecido, com maior incidência solar. Ou seja, enquanto nós comemoramos a chegada do inverno, os habitantes do hemisfério norte comemoram o início do verão.
Pelo gráfico é possível ver que a situação se inverte no mês de dezembro, quando teremos o Solstício de Verão, marcando o início da temporada da estação quente abaixo do equador e o início do inverno no hemisfério norte.
Trópicos
As linhas dos trópicos de Câncer e Capricórnio vistas em um mapa foram definidas em função dos solstícios. Durante o solstício de inverno no hemisfério Sul os raios de Sol incidem perpendicularmente à Terra na linha do trópico de Câncer, lá no hemisfério norte. Isso se inverte no mês de dezembro, quando ocorre o solstício de verão no hemisfério Sul. Neste dia os raios solares atingem a Terra perpendicularmente à linha do trópico de Capricórnio.
Fonte: Apolo11.com




